segunda-feira, 4 de maio de 2020

TENENTE LUÍS DE CARVALHO RABELO



TENENTE RABELO, IMORTAL DA CADEIRA 21 DA ACADEMIA NORTE-RIOGRANDENSE DE LETRAS, QUE TEM COMO PATRONO ANTONIO MARINHO; QUE TEVE COMO PRIMEIRO OCUPANTE FLORIANO CAVALCANTI; E ATUAL OCUPANTE O DR, VALÉRIO ALFREDO MESQUITA. FOI O PRIMEIRO PRESIDENTE DA ACADEMIA DE TROVAS DO RIO GRANDE DO NORTE. É PATRONO DA SALA HISTÓRICA DA POLÍCIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE

TENENTE LUÍS DE CARVALHO RABELO



Luís de Carvalho Rabelo, natural de Natal, nascido a 4 de maio de 1921, filho de João Batista Ferreira Rabelo. Poeta, considerado o Príncipe dos Trovadores do Rio Grande do Norte. Rabelo conviveu com 14 irmãos até os 16 anos de idade, quando o pai, João Batista, um homem homeopata dublê de “clínico geral”, levou a família toda para o Recife, a fim de salvaguardar um dos filhos envolvidos gaiatamente na “Revolução Comunista”. Rabelo ficou em Natal, onde estudou no Grupo Augusto Severo, no atual prédio da Secretaria da Segurança Pública, no Grupo Antonio de Souza, atual Fundação José Augusto, e no Atheneu. “Quando ia para o 4º ano, desisti; ingressa numa organização militar, como soldado. Quinze dias depois foi promovido a cabo, porque era rádio-telegrafista, e isso era uma coisa rara, equivalente a hoje ser astronauta. Foi oficial da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. A literatura o atraiu desde cedo, não somente a ele como a toda gurizada, já que era mania colecionar-se versos publicados nos jornais. “Nesse tempo não havia outra coisa: figurinhas de jogador de futebol, de super-homem, não existiam. Saíam poesias nos jornais do Brasil inteiro e ele, com sete anos, fazia uma “Miscelânia”, que era como chamava a coleção. Aluno de Câmara Cascudo, Gerson Barreto, Padre Monte, Edgar Barbosa, teve como diretor do Atheneu Celestino Pimentel. Ate´na revista “o Juriti”, de Macedônio Lemos, e na “Milho Verde”, de JOÃO Estevão, Casado com Maria das Dores Rangel, com dois filhos: Luís Carlos e Terezinha Rabelo, continuadores de sua obra. Foi um brilhante oficial da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em sua trajetória de vida, fez merecer a honra de oficialato, sempre cumprindo de forma zelosa as missões que lhe foram confiada. Homem simples de notável sensibilidade humanidade, soube aproveitar essas qualidades, projetando-se nos cenários literários do Estado, do País e Internacional, co, prosas e versos que bem caracterizam e valorizam a cultura Potiguar. Dentre as suas obras destacamos: TROVAS QUE A VIDA NÃO DEU, MULTIDÕES, O VIGÁRIO DO CONTO, ANTOLOGIA POÉTICA, OS SÍMBOLOS INÚTEIS, TROVAS POTIGUAR, CAMINHOS PARA A MORTE e HUMOR.. O tenente Rabelo exerceu por várias vezes o cargo de Diretor Cultural do COPOM-Clube de Oficiais da Polícia Militar. Foi para a eternidade exercendo o cargo de sócio-membro do IHGRN, além de ser seu tesoureiro. Tenente Rabelo faleceu em Natal no dia 3 de dezembro de 1996, porém, continuará vivo entre nos potiguares, principalmente, os policiais militares, através de suas obras literárias, dos versos e prosas que projetaram na sociedade norte-rio-grandense. 

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